No mundo dos publicitários, existe um cargo tenebroso: o diagramador de tablóides. Nego vara a madruga colocando preço, mudando produto alguns milímetros, tratando foto e por aí vai. Esse nosso amigo tem sempre um fiel escudeiro: o revisor. Os dois compartilham semanalmente esse sofrimento, até que o “jornalzinho” vai pra rua. O que pouca gente enxerga é que isso tudo é uma baita escola. Ensina o revisor a ter critério e o diretor de arte a ser ágil. A gente foi documentar todo esse processo. Bora ver!

agosto 19th, 2009 at 15:46
Ficou bacana o material Barão… Parabéns… o Viagra foi sacanagem hein hehehehe
agosto 19th, 2009 at 18:06
No começo eu tinha, agora ja viro hobby… quer dizer job!!!
agosto 19th, 2009 at 20:44
“cargo tenebroso” rs…rs…
e ó os tablóides empregando menor de idade, hein!? ahahahaha…
o melhor, além de tudo, sempre é a edição
agosto 20th, 2009 at 19:47
Pô Ana Cecília nem so tão novo assim
agosto 20th, 2009 at 23:27
Tábloides, “como eu os amo”, dão trabalho desde a produção até a hora que sujão as nossas ruas com a má distribuição rs más ainda são um mau necessário.
agosto 22nd, 2009 at 15:36
Muito Bom! Parabéns.
setembro 3rd, 2009 at 15:48
Em Uberlândia já se tornou SPAM.
setembro 6th, 2009 at 04:46
Acho que até agora é meu preferido!
setembro 9th, 2009 at 11:42
Muito bom!
Isso mostra um pouco da realidade das agências e nos leva a questionar sobre os reais resultados de tablóides.
Será que da forma que são distribuidos atualmente leva a um resultado preciso e lucrativo? Será que investir em mais mídias alternativas não dariam os resultados?
Fica a pergunta.
setembro 11th, 2009 at 00:09
Ericson,
Continuo achando que o tabloide é um mal necessário,
sobre mídias alternativas, na maioria das vezes fica a dúvida na cabeça do cliente, entre gastar dinheiro no comum ou correr o risco de jogar dinheiro fora…