Mesa Quadrada #3.2 – Agência dos sonhos

Mesa Quadrada #3.2 – Agência dos sonhos

A segunda parte do debate com os funcionários. O que eles fariam se estivessem no comando? Como seria uma agência dos sonhos? Bora ver!

7 Responses to “Mesa Quadrada #3.2 – Agência dos sonhos”

  1. PedroDiz:

    Porra, muito bom.
    Fabinho Rezende, você além de tocar muito gaita, manda bem nas idéias. Centrado e pé no chão.

    Todo mundo mandou muito bem…

    Donos de agências, abram os olhos.

  2. Fabim RezendeDiz:

    Ué, só um comentário?

    Será que a visão da mão de obra incomoda tanto assim?

    Vamos participar gente. Omissão é foda.

  3. Antonio KuntzDiz:

    Fabim, por opção, toda mão-de-obra é omissa. Se não é omissa, deixa de ser mão-de-obra. Mas vamos ao tópico do programa. Agência é tudo igual. Tem fachada arrumada, logotipo estiloso, recepção com mostruário, recepcionista simpática, salas, computadores e pessoas. Agência ideal sabe que o único diferencial que pode ter são as pessoas que estão ali. E tratá-las como mão-de-obra, assalariadas e dispensáveis por futilidades serve apenas para nivelar uma agência por baixo. Por isso, na história da propaganda, a fase dourada foi marcada com publicitários ganhando altíssimos salários e campanhas memoráveis. Atualmente, os cursos de publicidade e softwares piratas transformaram as agências de publicidade em quitandas de esquina. Achataram os salários e o respeito pelos profissionais. Por isso, a agência ideal é aquela que não quer ser quitanda, não se vende como quitanda e faz mais do que anúncios e comerciais de TV preocupada com comissões. Ela quer fazer as pessoas brilharem para garantir um trabalho brilhante. Como o Cabral comentou, RH não pode ser um departamento, tem de ser a base de uma agência e significar Respeito Humano…

  4. Fabim RezendeDiz:

    Legal Kuntz, mas quando falei em omissão referia-me aos donos das agências.
    Mas ta valendo mesmo assim.

    Grande abraço.

  5. Antonio KuntzDiz:

    Fabim, mas esperar que donos de agências deixem de ser “omissos” em relação à valorização da mão-de-obra é sonhar o improvável.

  6. Fabim RezendeDiz:

    hehehe eu sei, mas….

  7. augustoDiz:

    cala a boca fabi”m”

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