<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd"
	xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
	>
<channel>
	<title>Comentários sobre: Mesa Quadrada #3.3 &#8211; O Salário</title>
	<atom:link href="http://www.scriptease.tv/v1/2009/11/27/mesa-quadrada-3-3-o-salario/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.scriptease.tv/v1/2009/11/27/mesa-quadrada-3-3-o-salario/</link>
	<description>Um canal de TV fora da TV</description>
	<lastBuildDate>Fri, 02 Dec 2011 17:24:31 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.1.1</generator>
	<item>
		<title>Por: Blog VÍDEOS INCRÍVEIS</title>
		<link>http://www.scriptease.tv/v1/2009/11/27/mesa-quadrada-3-3-o-salario/comment-page-1/#comment-575</link>
		<dc:creator>Blog VÍDEOS INCRÍVEIS</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 11:52:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.scriptease.tv/v1/?p=239#comment-575</guid>
		<description>Muito bom. Valeu!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom. Valeu!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Walber Schwartz</title>
		<link>http://www.scriptease.tv/v1/2009/11/27/mesa-quadrada-3-3-o-salario/comment-page-1/#comment-486</link>
		<dc:creator>Walber Schwartz</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 15:00:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.scriptease.tv/v1/?p=239#comment-486</guid>
		<description>Foi mal, Kuntz. Fui influenciado por um ensaio que li do Borges sobre o Kafka. Você está coberto de razão. Juro que vou parar de me basear na lista da Veja e tentar ler alguma coisa de adulto. &quot;Cervantes&quot; pra mim era aquele boteco carioca, mas pelo jeito ele é escritor, né? Vou tentar achar alguma coisa. Ele tem blog? Muito obrigado pelas dicas, você é um cara generoso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Foi mal, Kuntz. Fui influenciado por um ensaio que li do Borges sobre o Kafka. Você está coberto de razão. Juro que vou parar de me basear na lista da Veja e tentar ler alguma coisa de adulto. &#8220;Cervantes&#8221; pra mim era aquele boteco carioca, mas pelo jeito ele é escritor, né? Vou tentar achar alguma coisa. Ele tem blog? Muito obrigado pelas dicas, você é um cara generoso.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Antonio Kuntz</title>
		<link>http://www.scriptease.tv/v1/2009/11/27/mesa-quadrada-3-3-o-salario/comment-page-1/#comment-481</link>
		<dc:creator>Antonio Kuntz</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 01:56:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.scriptease.tv/v1/?p=239#comment-481</guid>
		<description>A coisa é grave.


07 DEZ - http://www.acontecendoaqui.com.br/index.asp?dep=16&amp;colunista=6&amp;pg=22921

1. Aquele capitão já não aguentava mais. 

O golpe de 64, que ele ainda chamava de Revolução, dava claros sinais de exaustão. E a população já não escondia uma enorme antipatia pelos militares. 

Era tanta, que ele teve de mudar de residência. E no bairro onde se instalou, nunca andava fardado. Nem contava sua condição de capitão do Exército brasileiro. 

Aí, apareceu aquele pau dágua. Todo dia, quando parava no bar para saborear o irresistível pastel que era servido lá, o cara surgia. 

Encostava a barriga no balcão, pedia o pastel e entre uma pinga e outra, contava uma piada ridicularizando os militares. 

Um dia, o capitão resolveu ir à forra e combinou com o pessoal da unidade onde servia: 

“Hoje, às tantas horas apareçam lá, fardados e ostensivamente armados, e prendam o bêbado.” 

Mandou assim e foi para o bar, vestido de civil, como sempre. 

Não demorou para o cara aparecer. Como sempre fazia, pediu um pastel e uma pinga, depois outra, mais outra, e contou outro causo, ridicularizando os militares. 

Nessa hora o capitão, depois de se identificar, anunciou: 

“Você está preso. Vai ser julgado e condenado. Vai ser fuzilado.” 

À sua ordem, soldados armados, invadiram o bar e levaram o cara. 

Naquele mesmo dia, simularam um julgamento e o condenaram à morte. 

Dia seguinte, logo cedo, lá estava ele, encostado no paredão, morrendo de medo. À sua frente um pelotão lhe apontava as armas, todas com balas de festim. 

O capitão comandou: 

“Apontar, atirar, fogo!” 

Olhos fechados,ficou aguardando o momento final, que não aconteceu. Quando os abriu, percebeu: não tinha sido atingido por uma única bala. 
Tomou um novo esculacho do capitão, que o advertiu: 

“Da próxima vez que o pegar denegrindo as Forças Armadas, vai ser pra valer.” 

E o soltou: 

“Suma daqui, vagabundo.” 

Livre, ele correu para o bar. Entrou, pediu uma pinga e um pastel. Engoliu-a de uma vez só, chamou todo mundo pra perto, falou bem baixinho: 

“Vou contar pra vocês, mas não contem pra ninguém que fui eu que contei: 
o Exército brasileiro está sem munição!” (contado pelo Rolando Boldrin no Senhor Brasil, e recontado aqui do meu jeito). 

2. Não sei você leu o Meio &amp; Mensagem da semana passada. Ou, se o leu, prestou a atenção na matéria cujo título é manchete da primeira página, e diz: 

“Mesas de compras transformam relação entre clientes e agências.” 

Se não leu, leia. Se leu e não prestou atenção, leia novamente. 

3. A matéria mostra como os investimentos de marketing – em publicidade, principalmente, estão, cada vez mais, decididos pela área financeira. Já passei por isso. 

Quando dirigi o marketing do S. Paulo F.C., com total autonomia, o diretor financeiro não largava do meu pé. 

Eu conseguia uma permuta para equipar, por exemplo, a área social do clube, lá vinha ele. 

“Quanto o Clube vai ter de pagar.” 

Eu explicava, explicava, ele não entendia: 

“O que você diz é milagroso, e eu não acredito em milagre. Ainda vou descobrir a mutreta.” 

4. Vivemos discutindo novas tecnologias, novas linguagens, novas formas de abordar o consumidor e nos esquecemos de abordar, publicamente, a questão da remuneração das agências. 

Claro que o assunto vem sendo tratado nos bastidores, entre empresários da publicidade e clientes, mas chegou a hora de botar a tripa pra fora. Os profissionais também precisam precisar saber, entender o problema, palpitar, porque diz respeito à própria sobrevivência deles. 

5. Lembro-me de uma frase pronunciada pelo Luís Salles, quando, depois de uma temporada nos kibutz, assumiu a direção financeira da Salles: 

“As agências não precisam ter vergonha de falar em lucro. Como toda empresa, elas precisam ganhar para sobreviver e investir.” 

Chocado pela declaração, o mercado percebeu que estava incorrendo em erro. 

6. A matéria publicada pelo Meio &amp; Mensagem é muito séria. Precisa ser analisada e discutida por todos nós, antes que o pior aconteça. 

E o pior é as pessoas começarem a pensar que nem o bêbado e espalharem, sem saber das coisas: 

“As agências estão falidas porque os empresários são incompetentes.” 

  
Eloy Simões
eloy.simoes@uol.com.br 
Elóy Simões é Publicitário, professor, jornalista e consultor</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A coisa é grave.</p>
<p>07 DEZ &#8211; <a href="http://www.acontecendoaqui.com.br/index.asp?dep=16&#038;colunista=6&#038;pg=22921" rel="nofollow">http://www.acontecendoaqui.com.br/index.asp?dep=16&#038;colunista=6&#038;pg=22921</a></p>
<p>1. Aquele capitão já não aguentava mais. </p>
<p>O golpe de 64, que ele ainda chamava de Revolução, dava claros sinais de exaustão. E a população já não escondia uma enorme antipatia pelos militares. </p>
<p>Era tanta, que ele teve de mudar de residência. E no bairro onde se instalou, nunca andava fardado. Nem contava sua condição de capitão do Exército brasileiro. </p>
<p>Aí, apareceu aquele pau dágua. Todo dia, quando parava no bar para saborear o irresistível pastel que era servido lá, o cara surgia. </p>
<p>Encostava a barriga no balcão, pedia o pastel e entre uma pinga e outra, contava uma piada ridicularizando os militares. </p>
<p>Um dia, o capitão resolveu ir à forra e combinou com o pessoal da unidade onde servia: </p>
<p>“Hoje, às tantas horas apareçam lá, fardados e ostensivamente armados, e prendam o bêbado.” </p>
<p>Mandou assim e foi para o bar, vestido de civil, como sempre. </p>
<p>Não demorou para o cara aparecer. Como sempre fazia, pediu um pastel e uma pinga, depois outra, mais outra, e contou outro causo, ridicularizando os militares. </p>
<p>Nessa hora o capitão, depois de se identificar, anunciou: </p>
<p>“Você está preso. Vai ser julgado e condenado. Vai ser fuzilado.” </p>
<p>À sua ordem, soldados armados, invadiram o bar e levaram o cara. </p>
<p>Naquele mesmo dia, simularam um julgamento e o condenaram à morte. </p>
<p>Dia seguinte, logo cedo, lá estava ele, encostado no paredão, morrendo de medo. À sua frente um pelotão lhe apontava as armas, todas com balas de festim. </p>
<p>O capitão comandou: </p>
<p>“Apontar, atirar, fogo!” </p>
<p>Olhos fechados,ficou aguardando o momento final, que não aconteceu. Quando os abriu, percebeu: não tinha sido atingido por uma única bala.<br />
Tomou um novo esculacho do capitão, que o advertiu: </p>
<p>“Da próxima vez que o pegar denegrindo as Forças Armadas, vai ser pra valer.” </p>
<p>E o soltou: </p>
<p>“Suma daqui, vagabundo.” </p>
<p>Livre, ele correu para o bar. Entrou, pediu uma pinga e um pastel. Engoliu-a de uma vez só, chamou todo mundo pra perto, falou bem baixinho: </p>
<p>“Vou contar pra vocês, mas não contem pra ninguém que fui eu que contei:<br />
o Exército brasileiro está sem munição!” (contado pelo Rolando Boldrin no Senhor Brasil, e recontado aqui do meu jeito). </p>
<p>2. Não sei você leu o Meio &amp; Mensagem da semana passada. Ou, se o leu, prestou a atenção na matéria cujo título é manchete da primeira página, e diz: </p>
<p>“Mesas de compras transformam relação entre clientes e agências.” </p>
<p>Se não leu, leia. Se leu e não prestou atenção, leia novamente. </p>
<p>3. A matéria mostra como os investimentos de marketing – em publicidade, principalmente, estão, cada vez mais, decididos pela área financeira. Já passei por isso. </p>
<p>Quando dirigi o marketing do S. Paulo F.C., com total autonomia, o diretor financeiro não largava do meu pé. </p>
<p>Eu conseguia uma permuta para equipar, por exemplo, a área social do clube, lá vinha ele. </p>
<p>“Quanto o Clube vai ter de pagar.” </p>
<p>Eu explicava, explicava, ele não entendia: </p>
<p>“O que você diz é milagroso, e eu não acredito em milagre. Ainda vou descobrir a mutreta.” </p>
<p>4. Vivemos discutindo novas tecnologias, novas linguagens, novas formas de abordar o consumidor e nos esquecemos de abordar, publicamente, a questão da remuneração das agências. </p>
<p>Claro que o assunto vem sendo tratado nos bastidores, entre empresários da publicidade e clientes, mas chegou a hora de botar a tripa pra fora. Os profissionais também precisam precisar saber, entender o problema, palpitar, porque diz respeito à própria sobrevivência deles. </p>
<p>5. Lembro-me de uma frase pronunciada pelo Luís Salles, quando, depois de uma temporada nos kibutz, assumiu a direção financeira da Salles: </p>
<p>“As agências não precisam ter vergonha de falar em lucro. Como toda empresa, elas precisam ganhar para sobreviver e investir.” </p>
<p>Chocado pela declaração, o mercado percebeu que estava incorrendo em erro. </p>
<p>6. A matéria publicada pelo Meio &amp; Mensagem é muito séria. Precisa ser analisada e discutida por todos nós, antes que o pior aconteça. </p>
<p>E o pior é as pessoas começarem a pensar que nem o bêbado e espalharem, sem saber das coisas: </p>
<p>“As agências estão falidas porque os empresários são incompetentes.” </p>
<p>Eloy Simões<br />
<a href="mailto:eloy.simoes@uol.com.br">eloy.simoes@uol.com.br</a><br />
Elóy Simões é Publicitário, professor, jornalista e consultor</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marcelo</title>
		<link>http://www.scriptease.tv/v1/2009/11/27/mesa-quadrada-3-3-o-salario/comment-page-1/#comment-453</link>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 11:34:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.scriptease.tv/v1/?p=239#comment-453</guid>
		<description>IIIIHHHHHHH.....
O &quot;ensaisita literário&quot; aqui? Putz mas vc é um Robert hein velho?
Caraca...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>IIIIHHHHHHH&#8230;..<br />
O &#8220;ensaisita literário&#8221; aqui? Putz mas vc é um Robert hein velho?<br />
Caraca&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Cabral</title>
		<link>http://www.scriptease.tv/v1/2009/11/27/mesa-quadrada-3-3-o-salario/comment-page-1/#comment-452</link>
		<dc:creator>Cabral</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 22:15:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.scriptease.tv/v1/?p=239#comment-452</guid>
		<description>Kuntz e Shwartz. Vcs notaram que têm nomes estranhos e feios corretos? Ambos são meus amigos e ambos carregam sabres de luz poderosíssimos pq já leram de tudo. Por isso, em nome da Via Láctea, antes que um 11 de Setembro intergalácteo comece, dêm um abraço de Natal um no outro e fiquem amigos, vcs têm muito o que conversar. Prefiro ver vcs jugando sinuca a qualquer tipo de duelo linguístico por aqui. A platéia não merece dois dos seus melhores leitores um contra o outro. Prefiro vcs cuspindo na gente aqui em baixo. Em nome do pequeno menino Jesus que nasce em Dezembro vamos dar uma volta de carrossel e eu pago o algodão doce. Amo vcs. Ah, aliás, Kafka também é um nome horrível, como o de vocês.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Kuntz e Shwartz. Vcs notaram que têm nomes estranhos e feios corretos? Ambos são meus amigos e ambos carregam sabres de luz poderosíssimos pq já leram de tudo. Por isso, em nome da Via Láctea, antes que um 11 de Setembro intergalácteo comece, dêm um abraço de Natal um no outro e fiquem amigos, vcs têm muito o que conversar. Prefiro ver vcs jugando sinuca a qualquer tipo de duelo linguístico por aqui. A platéia não merece dois dos seus melhores leitores um contra o outro. Prefiro vcs cuspindo na gente aqui em baixo. Em nome do pequeno menino Jesus que nasce em Dezembro vamos dar uma volta de carrossel e eu pago o algodão doce. Amo vcs. Ah, aliás, Kafka também é um nome horrível, como o de vocês.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Antonio Kuntz</title>
		<link>http://www.scriptease.tv/v1/2009/11/27/mesa-quadrada-3-3-o-salario/comment-page-1/#comment-451</link>
		<dc:creator>Antonio Kuntz</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 20:36:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.scriptease.tv/v1/?p=239#comment-451</guid>
		<description>Caro Walber, pois então, acabo de assistir um filme em minha homenagem. Minha fama foi parar na Suécia, quem diria. Você pode assistir també, veja: http://www.tackfilm.se/en/?id=1259506807260RA70

Aproveitando, preciso lhe dizer que Kafka é realmente literatura juvenil (não infantil, obviamente), assim como Hesse, Salinger, Vonnegut, Twain e dezenas de outros. Todos eles com lições sobre o mundo adulto com objetivo de &quot;avisar&quot; os jovens. O fato de ser antigo ou clássico não caracteriza um obra como literatura &quot;adulta&quot;. Ou você acredita no que lhe dizem as TVs e sites de internet? Vou lhe dar uma dica pra sair dessa subordinação intelectual: leia mais. E por favor, fuja da lista da Veja. Procure bibliotecas públicas. Se você já passou dos 21, leia Cervantes, Dostoiweski, Proust, Kundera e, principalmente, os filósofos, Aristóteles, Platão, Kant, Hume, Hegel, Marx... isso sim é literatura adulta, principalmente para quem foi um adolescente leitor, de fato. Boa sorte e boa leitura.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Walber, pois então, acabo de assistir um filme em minha homenagem. Minha fama foi parar na Suécia, quem diria. Você pode assistir també, veja: <a href="http://www.tackfilm.se/en/?id=1259506807260RA70" rel="nofollow">http://www.tackfilm.se/en/?id=1259506807260RA70</a></p>
<p>Aproveitando, preciso lhe dizer que Kafka é realmente literatura juvenil (não infantil, obviamente), assim como Hesse, Salinger, Vonnegut, Twain e dezenas de outros. Todos eles com lições sobre o mundo adulto com objetivo de &#8220;avisar&#8221; os jovens. O fato de ser antigo ou clássico não caracteriza um obra como literatura &#8220;adulta&#8221;. Ou você acredita no que lhe dizem as TVs e sites de internet? Vou lhe dar uma dica pra sair dessa subordinação intelectual: leia mais. E por favor, fuja da lista da Veja. Procure bibliotecas públicas. Se você já passou dos 21, leia Cervantes, Dostoiweski, Proust, Kundera e, principalmente, os filósofos, Aristóteles, Platão, Kant, Hume, Hegel, Marx&#8230; isso sim é literatura adulta, principalmente para quem foi um adolescente leitor, de fato. Boa sorte e boa leitura.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Walber Schwartz</title>
		<link>http://www.scriptease.tv/v1/2009/11/27/mesa-quadrada-3-3-o-salario/comment-page-1/#comment-443</link>
		<dc:creator>Walber Schwartz</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 23:14:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.scriptease.tv/v1/?p=239#comment-443</guid>
		<description>Kafka é leitura de adolescente? Ah, tá... ele é redator publicitário.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Kafka é leitura de adolescente? Ah, tá&#8230; ele é redator publicitário.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Antonio Kuntz</title>
		<link>http://www.scriptease.tv/v1/2009/11/27/mesa-quadrada-3-3-o-salario/comment-page-1/#comment-442</link>
		<dc:creator>Antonio Kuntz</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 23:11:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.scriptease.tv/v1/?p=239#comment-442</guid>
		<description>Que tal trocar &quot;bundões&quot; por &quot;mártires&quot;? Entramos pra história de Udia com dignidade. Fica muito mais chique e próximo à realidade sem jocosidade. Piedade. Tanta aliteração assim deve ser a idade. E por falar em Kafka,o tema de &quot;Metamorfose&quot; é esse mesmo que rodeamos. http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Metamorfose</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Que tal trocar &#8220;bundões&#8221; por &#8220;mártires&#8221;? Entramos pra história de Udia com dignidade. Fica muito mais chique e próximo à realidade sem jocosidade. Piedade. Tanta aliteração assim deve ser a idade. E por falar em Kafka,o tema de &#8220;Metamorfose&#8221; é esse mesmo que rodeamos. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Metamorfose" rel="nofollow">http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Metamorfose</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Cabral</title>
		<link>http://www.scriptease.tv/v1/2009/11/27/mesa-quadrada-3-3-o-salario/comment-page-1/#comment-441</link>
		<dc:creator>Cabral</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 22:57:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.scriptease.tv/v1/?p=239#comment-441</guid>
		<description>Kuntz você não é um apaixonado! (Cabral sai correndo em fuga alucinada)Quem tem medo do Kuntz ponha o dedo aqui? Eu tomei três goles da garrafinha de água que ele deixou na baia da P... por isso fiquei assim, notaram o quanto eu gesticulo durante meu discurso putinho da vida? Kuntz, somos dois bundões moles. Estamos por fora. Vamos fazer malabares no semáforo. Seu diploma de Filosofia é igual ao meu de Jornalista, nem a mãe elogia. Mas pelo menos você mora em Piracicaba que é um lugar bem mais loco que aqui. E eu te respeito pq vc leu Kafka.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Kuntz você não é um apaixonado! (Cabral sai correndo em fuga alucinada)Quem tem medo do Kuntz ponha o dedo aqui? Eu tomei três goles da garrafinha de água que ele deixou na baia da P&#8230; por isso fiquei assim, notaram o quanto eu gesticulo durante meu discurso putinho da vida? Kuntz, somos dois bundões moles. Estamos por fora. Vamos fazer malabares no semáforo. Seu diploma de Filosofia é igual ao meu de Jornalista, nem a mãe elogia. Mas pelo menos você mora em Piracicaba que é um lugar bem mais loco que aqui. E eu te respeito pq vc leu Kafka.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Antonio Kuntz</title>
		<link>http://www.scriptease.tv/v1/2009/11/27/mesa-quadrada-3-3-o-salario/comment-page-1/#comment-440</link>
		<dc:creator>Antonio Kuntz</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 22:28:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.scriptease.tv/v1/?p=239#comment-440</guid>
		<description>Uai, não fiquei sabendo desse anúncio da Blues procurando redator um mês, leitor de Kafka e outras leituras adolescentes. Balela isso, né? Eu sou redator completando décadas com diploma de filósofo e ninguém me avisou, se ainda está em tempo é só me chamar. Mas me ofereçam um salário apaixonante, pelo menos. Fiquei sabendo que queriam pagar R$ 1.200,00, confere? Assim não há paixão que não broche. 

Uberlândia já é uma cidade que exige um salário mínimo de R$ 3.000,00 pra se viver solteiro com certa dignidade, bancar celular 3G e banda larga em casa, pagando aluguel ou prestação de casa própria, carro em 60x e ainda sobrar algum pra usufruir na praça da alimentação do shopping. Na ponta do lápis quase não dá, façam as contas. Qualquer empresário de agência que pague menos que isso a um funcionário de criação está explorando a pessoa, roubando-lhe a dignidade e matando sua paixão da maneira mais sórdida, a econômica. E como disse o Abelardo, citado no programa, reduzir o papo a benefícios e happyhours é desculpa esfarrapada que beira ao grotesco.

E pra coroar o comentário, uma confissão, só saí de Uberlândia porque não encontrei nem oportunidade e nem salário decentes. E morra em estado defecal aquele que ousar dizer que não sou um apaixonado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uai, não fiquei sabendo desse anúncio da Blues procurando redator um mês, leitor de Kafka e outras leituras adolescentes. Balela isso, né? Eu sou redator completando décadas com diploma de filósofo e ninguém me avisou, se ainda está em tempo é só me chamar. Mas me ofereçam um salário apaixonante, pelo menos. Fiquei sabendo que queriam pagar R$ 1.200,00, confere? Assim não há paixão que não broche. </p>
<p>Uberlândia já é uma cidade que exige um salário mínimo de R$ 3.000,00 pra se viver solteiro com certa dignidade, bancar celular 3G e banda larga em casa, pagando aluguel ou prestação de casa própria, carro em 60x e ainda sobrar algum pra usufruir na praça da alimentação do shopping. Na ponta do lápis quase não dá, façam as contas. Qualquer empresário de agência que pague menos que isso a um funcionário de criação está explorando a pessoa, roubando-lhe a dignidade e matando sua paixão da maneira mais sórdida, a econômica. E como disse o Abelardo, citado no programa, reduzir o papo a benefícios e happyhours é desculpa esfarrapada que beira ao grotesco.</p>
<p>E pra coroar o comentário, uma confissão, só saí de Uberlândia porque não encontrei nem oportunidade e nem salário decentes. E morra em estado defecal aquele que ousar dizer que não sou um apaixonado.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
<!-- WP Super Cache is installed but broken. The path to wp-cache-phase1.php in wp-content/advanced-cache.php must be fixed! -->
